Subestações de energia costumam estar localizadas em áreas remotas e rurais, onde a presença de fauna é constante e a vigilância humana é limitada. Nesse cenário, proteger essas estruturas contra furtos, vandalismo e até ataques coordenados é um desafio operacional significativo.
Mais do que instalações técnicas, subestações são ativos estratégicos da infraestrutura elétrica. Um único incidente pode gerar:
- Interrupções de energia em larga escala
- Riscos à segurança pública
- Prejuízos econômicos
- Instabilidade na rede
A crescente digitalização e interconectividade do sistema elétrico ampliaram ainda mais o nível de exposição a ameaças físicas e cibernéticas.
Por isso, a segurança perimetral dessas estruturas deixou de ser opcional — tornou-se essencial.
Por que subestações são alvos vulneráveis?
Diferentemente de grandes usinas, muitas subestações:
- Estão afastadas de centros urbanos
- Possuem baixo fluxo de pessoas
- Têm perímetros extensos
- Estão expostas a condições climáticas adversas
Além disso, a presença constante de animais silvestres pode gerar alarmes falsos frequentes em sistemas tradicionais baseados apenas em sensores ou câmeras.
O resultado?
Alto custo operacional, sobrecarga das equipes de monitoramento e redução da eficiência da segurança.
A importância de uma solução específica para subestações

A segurança de subestações exige uma arquitetura adaptada à realidade do local.
Medidas tradicionais incluem:
- Cercas e portões reforçados
- Câmeras de vigilância
- Controle de acesso
- Guardas presenciais
Do ponto de vista cibernético, são aplicados:
- Firewalls
- Sistemas de detecção de intrusão
- Comunicação criptografada
No entanto, a eficácia real depende da integração entre detecção antecipada e classificação inteligente de ameaças.
É aqui que entra o conceito de segurança perimetral 3D, proteção multicamadas, aplicado pela ÔGUEN em projetos de infraestrutura crítica.
Sistema de segurança personalizado para subestações
A ÔGUEN integra no Brasil as soluções da Magos Systems, desenvolvidas especificamente para ambientes sensíveis como subestações.
A solução MASS + AI combina duas tecnologias complementares:
Radar terrestre de alta performance
Os radares da Magos oferecem:
- Alcance de detecção entre 150 metros e 1 km para pessoas, veículos ou embarcações
- Cobertura azimutal de 100° a 120°
- Cobertura vertical de até 30°, eliminando pontos cegos
- Precisão inferior a 1 metro de alcance
- Precisão angular entre 0,7° e 1°
- Operação independente de iluminação e condições climáticas
Baseados em tecnologia MIMO e digital beam-forming, esses radares garantem resolução superior e desempenho consistente.
🧠 MASS + AI: classificação inteligente baseada em vídeo
A detecção por radar é combinada com algoritmos avançados de Inteligência Artificial baseados em vídeo, permitindo:
- Classificação precisa de objetos
- Diferenciação entre humano, veículo ou animal
- Redução significativa de alarmes falsos
- Priorização automática de ameaças reais
Em áreas rurais, onde a fauna pode acionar sistemas convencionais repetidamente, essa capacidade de filtragem reduz drasticamente o número de ocorrências irrelevantes.
O resultado é uma operação mais eficiente, com menor necessidade de deslocamento de equipes e possibilidade de monitorar múltiplas subestações a partir de um único centro de controle.
Redução de custo operacional e maior eficiência
Uma das principais vantagens da solução Magos é o baixo custo total de propriedade (TCO).
Os sistemas oferecem:
- Infraestrutura simplificada
- Manutenção reduzida
- Operação contínua 24/7
- Quase zero alarmes incômodos
Ao eliminar limitações como dependência de iluminação ou sensibilidade excessiva a movimentações naturais, a tecnologia garante confiabilidade elevada com menos intervenção humana.
Proteção física integrada à estratégia de segurança do grid
Ataques a subestações podem comprometer a estabilidade de regiões inteiras. Com a rede elétrica cada vez mais digitalizada, a convergência entre segurança física e cibernética é inevitável.
Uma arquitetura eficiente deve:
- Detectar intrusões antes do acesso ao ativo crítico
- Classificar corretamente o risco
- Permitir resposta rápida e coordenada
- Reduzir falsos positivos
- Manter rastreabilidade dos eventos
Ao integrar radar, IA e centro de comando, a proteção deixa de ser apenas reativa e passa a operar de forma preditiva.
Conclusão: proteger subestações é proteger a infraestrutura nacional
Subestações são peças fundamentais da rede elétrica. Sua proteção exige tecnologia de alto desempenho, confiável e adaptada à realidade de ambientes remotos.
A combinação entre radar de alta precisão e Inteligência Artificial aplicada representa um avanço significativo na segurança de infraestrutura crítica.
Porque, quando se trata da estabilidade do fornecimento de energia, antecipar não é diferencial.
É responsabilidade estratégica.
Sua operação está pronta para o próximo nível de segurança? Se a sua equipe ainda perde tempo e recursos despachando viaturas para verificar alarmes falsos gerados por animais ou intempéries, é hora de mudar a estratégia. A ÔGUEN é especialista em blindar infraestruturas críticas no Brasil, entregando projetos personalizados que unem alta tecnologia e redução de custos operacionais (TCO).




