O uso de drones por facções criminosas deixou de ser um episódio isolado e passou a representar uma nova camada de vulnerabilidade tecnológica no sistema prisional. Não se trata apenas de tentativas de envio de objetos ilícitos. O cenário evoluiu.
Hoje, drones são utilizados para mapear rotinas, observar movimentações, identificar pontos cegos e acompanhar a atuação dos agentes. É vigilância aérea criminosa, contínua e estratégica.
Essa prática cria uma inversão perigosa: o crime passa a monitorar o Estado.
O problema não é o drone. É a falta de consciência situacional do espaço aéreo
Grande parte das unidades prisionais foi projetada para lidar com ameaças no solo: muros altos, guaritas, cercas, rondas e câmeras.
Mas nenhuma dessas barreiras foi pensada para lidar com ameaças acima da linha de visão.
Sem tecnologia específica, o drone:
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Sobrevoa sem ser percebido
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Observa sem ser identificado
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Retorna sem deixar rastros
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E permite que o operador esteja a quilômetros de distância
Sem detecção, não há reação.
Sem reação, há vulnerabilidade permanente.
A falsa sensação de segurança das “armas anti-drone”
A discussão pública costuma girar em torno de “armas anti-drone”. Mas esse é apenas o último passo de uma arquitetura eficiente.
Antes de neutralizar, é preciso:
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Detectar o drone, mesmo que ele use protocolos desconhecidos ou FPV
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Localizar o operador
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Confirmar visualmente a ameaça
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Só então aplicar a neutralização adequada
Sem detecção estratégica, o bloqueio vira tentativa às cegas.
A arquitetura correta para proteger unidades prisionais
A proteção do espaço aéreo de baixa altitude exige múltiplas camadas integradas:
🔹 Detecção estratégica por RF
A tecnologia da R2 Wireless, integrada pela ÔGUEN, utiliza triangulação pura do sinal RF.
Ela não depende de protocolo, fabricante ou modelo do drone.
Isso permite:
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Detectar drones FPV e DIY
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Geolocalizar o drone e o piloto
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Entender a origem da ameaça
🔹 Confirmação tática por radar
Radares da Magos Systems detectam drones mesmo quando não há emissão de RF, como em cenários com fibra óptica ou voo autônomo.
Radar não depende de sinal. Depende de presença física no espaço aéreo.
🔹 Neutralização eletrônica seletiva
Com a tecnologia da Regulus Cyber, é possível aplicar spoofing GNSS e jamming direcionado, forçando o pouso controlado do drone sem disparos ou risco colateral.
O que está em jogo não é o muro. É o céu
Quando facções conseguem observar a rotina interna de presídios pelo ar, o problema deixa de ser operacional e passa a ser estrutural.
A sensação relatada por agentes de que estão sendo constantemente observados não é psicológica. É tecnológica.
E tecnologia se responde com tecnologia.
Segurança perimetral 3D, proteção multicamada
A ÔGUEN atua exatamente nesse ponto: levar ao sistema prisional uma arquitetura que una:
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Detecção estratégica
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Confirmação tática
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Neutralização controlada
Porque hoje, proteger presídios não é apenas vigiar o chão.
É controlar o espaço aéreo de baixa altitude.




