O avanço acelerado do uso de drones transformou o espaço aéreo de baixa altitude em um novo vetor de risco. Em 2026, a pergunta já não é mais se drones vão aparecer, mas como eles serão utilizados e quem estará preparado para lidar com eles. A defesa contra drones deixa de ser um diferencial tecnológico e passa a ser um requisito básico de segurança.
Drones comerciais, FPV, plataformas DIY, equipamentos modificados e até drones operando via redes celulares já fazem parte do cenário real de ameaças. Eles são utilizados para espionagem, contrabando, sabotagem, reconhecimento criminoso e interrupção de operações críticas. Infraestruturas como aeroportos, indústrias, subestações, eventos, fronteiras e áreas urbanas passam a conviver diariamente com esse risco invisível.
Por que os modelos tradicionais de anti-drone não são mais suficientes
Grande parte das soluções tradicionais de defesa contra drones ainda depende de bibliotecas de protocolos conhecidos, assinaturas pré-cadastradas ou decodificação de telemetria. Esse modelo apresenta limitações críticas no cenário atual.
Na prática, ele falha quando enfrenta:
- Drones FPV analógicos
- Plataformas DIY e customizadas
- Protocolos modificados ou mascarados
- Comunicação via redes celulares
- Equipamentos inéditos ou zero-day
As ameaças evoluem mais rápido do que as listas de software. Em 2026, confiar apenas em reconhecimento de modelos conhecidos é operar sempre um passo atrás.
Detecção estratégica por RF como base da defesa aérea

A tendência clara é a adoção de detecção RF passiva e independente de protocolo como base da defesa contra drones. É exatamente nesse ponto que entra o R2 Wireless, tecnologia distribuída pela ÔGUEN.
O sistema ODIN, da R2 Wireless, não tenta interpretar ou quebrar protocolos. Ele observa o comportamento físico do sinal RF, captando a assinatura bruta das emissões e utilizando triangulação para detectar e geolocalizar drones e operadores, independentemente de frequência, fabricante ou tipo de comunicação.
Essa abordagem permite:
- Detecção de drones comerciais e FPV
- Identificação de drones DIY e sinais desconhecidos
- Localização precisa do drone e, muitas vezes, do operador
- Consciência situacional contínua do espaço aéreo
Radar e óptica para drones sem emissão de RF

Nem todo drone emite RF de forma detectável. Por isso, a defesa aérea moderna exige uma camada complementar de radar e visão eletro-óptica.
Os radares da Magos Systems, integrados a câmeras PTZ e à tecnologia MASS+AI, permitem detectar drones que operam sem emissão RF, especialmente em ambientes urbanos ou áreas sensíveis. Essa camada garante confirmação visual, rastreamento em tempo real e redução drástica de falsos alarmes.
A combinação entre RF, radar e IA cria uma arquitetura robusta e resiliente contra diferentes perfis de ameaça aérea.
Neutralização eletrônica seletiva como padrão

Detectar não é suficiente. Em 2026, a defesa contra drones exige capacidade real de neutralização, aplicada de forma controlada e responsável.
O Regulus Ring, solução de neutralização eletrônica distribuída pela ÔGUEN, atua principalmente contra drones que dependem de GPS e GNSS, utilizando técnicas avançadas de spoofing como primeira opção. O jamming direcionado entra apenas como último recurso, preservando o ambiente eletromagnético e evitando interferências indesejadas.
Essa abordagem seletiva permite:
- Interromper a missão do drone
- Evitar danos colaterais
- Atuar de forma escalável e segura
Arquitetura vencedora: detectar, confirmar e neutralizar
A principal tendência para 2026 não é uma tecnologia isolada, mas sim uma arquitetura integrada de defesa aérea de baixa altitude, composta por:
- Detecção estratégica por RF (R2 Wireless)
- Radar e confirmação visual com IA (Magos + MASS+AI)
- Neutralização eletrônica seletiva (Regulus Ring)
- Neutralização cinética apenas quando necessário
Essa combinação transforma a defesa contra drones em um sistema contínuo, inteligente e preparado para ameaças atuais e futuras.
Defesa contra drones como requisito estratégico
Em 2026, proteger o espaço aéreo de baixa altitude deixa de ser opcional. Para segurança pública, infraestruturas críticas, grandes eventos, indústrias e fronteiras, anti-drone é requisito estratégico.
A ÔGUEN atua exatamente nesse ponto: integrar as melhores tecnologias do mundo em arquiteturas completas de defesa aérea, capazes de acompanhar a evolução das ameaças e garantir controle real do espaço aéreo.
O céu deixou de ser neutro.
Quem não protege, fica exposto.
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